Os mercados globais enfrentam vários riscos em simultâneo: mudança na comunicação do Fed, o iene atinge a mínima de 40 anos e as expectativas de lucros das empresas de tecnologia num fosso de 3,5 trilhões de dólares

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De acordo com o Financial Times e grandes bancos de investimento, os mercados globais enfrentam riscos convergentes esta semana, à medida que o novo presidente da Reserva Federal, Kevin Warsh, reduz a orientação prospectiva e o iene enfraquece para 162 por dólar — um mínimo de 40 anos. A State Street Investment Management alerta que a redução da comunicação da Fed sinaliza que «trará volatilidade e incerteza» às expectativas sobre a política.

O indicador de fragilidade de mercado da UBS (Turbu-lens) atingiu 0,9 esta semana, o nível mais alto desde setembro de 2025, enquanto a volatilidade das ações individuais excede agora em três vezes a volatilidade dos índices. Entretanto, a temporada de resultados do S&P 500 prevê um crescimento de 24% e a projeção do Stoxx 600 é de 12%, enquanto seis grandes empresas tecnológicas — Apple, Meta, Amazon, Alphabet, Microsoft e Nvidia — já perderam aproximadamente 2 trilhões de dólares em valor de mercado desde outubro. Os estrategistas da Barclays descrevem as condições como uma «janela de verão perigosa», com volatilidade contida a disfarçar tensões subjacentes no mercado.

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