O cobre é atualmente uma das matérias-primas mais empolgantes, e quando se pergunta quanto custa 1 tonelada de cobre, obtém-se respostas bastante diferentes dependendo de quando se olha. No verão passado, o preço chegou a mais de 12.800 dólares por tonelada - um recorde histórico impulsionado pelos anúncios de tarifas dos EUA. Agora, isso estabilizou-se, mas o metal permanece volátil e interessante.



O que torna o cobre realmente tão importante? Este material está presente em todo lado - na construção, eletrónica, e sobretudo na energia renovável e nos veículos elétricos há uma procura massiva. A China sozinha consome quase metade do cobre mundial, por isso a sua economia é um fator enorme para os preços.

Se olharmos para os últimos 25 anos, há três fases claras: primeiro, o boom massivo a partir de 2001 com a entrada da China na OMC (de 0,68 para 4,49 dólares por libra), depois o mercado em baixa entre 2011-2016, quando a China investiu menos e os preços foram cortados à metade, e desde 2016 a nova tendência de alta. O preço subiu cerca de 180% desde então.

Hoje, muitos estão interessados em quanto custa 1 tonelada de cobre no mercado realmente - e a resposta depende de muitos fatores. A taxa de câmbio do dólar desempenha um papel importante, porque o cobre é cotado em dólares. Um dólar forte torna o metal mais caro para outros países. Além disso, taxas de juro, expectativas de inflação e o sentimento dos especuladores influenciam fortemente os preços a curto prazo.

Para os iniciantes no trading, há várias opções: futuros são mais para profissionais com muito capital (contratos LME exigem uma margem de 15-17 mil dólares), ETCs são mais simples e baratos (taxas de cerca de 0,45-0,49% ao ano), ou podem comprar ações de empresas mineiras como BHP ou Rio Tinto. Os CFDs também são populares para especulação de curto prazo, mas a alavancagem é arriscada.

No trading, a estratégia de seguir tendências funciona bem - usa médias móveis (de 50 e 200 dias) para encontrar pontos de entrada e saída. Ainda mais importante: gestão de risco. Uma posição deve representar no máximo 5% do capital de trading, e o stop-loss deve estar a 2-3% abaixo do ponto de entrada.

Quem pensa a longo prazo pode também usar o cobre como proteção contra a inflação - a Bloomberg recomenda uma quota de 4-9% de matérias-primas numa carteira 60/40. A questão de quanto custa 1 tonelada de cobre não se responde diariamente, mas ao longo de anos.

Importante saber: as energias renováveis precisam de 4-12 vezes mais cobre do que os combustíveis fósseis, e os veículos elétricos cerca de 3 vezes mais do que os veículos com motor de combustão. Isto significa uma procura crescente a longo prazo. Ao mesmo tempo, tarifas, problemas nas cadeias de abastecimento e falhas nas minas podem impulsionar rapidamente os preços para cima. Quem investe em cobre deve ter estes fatores em mente e não reagir apenas às oscilações de curto prazo.
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