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O Japão adotou um caminho cauteloso durante o hype inicial dos jogos Web3, focando no desenvolvimento a longo prazo em vez de modelos especulativos de play-to-earn. Agora, essa paciência começa a dar frutos. O regulador do país, a Agência de Serviços Financeiros, está a preparar uma estrutura para 2026 que tributará os ganhos em criptomoedas a uma taxa fixa de 20%, oferecendo aos desenvolvedores regras mais claras do que muitos mercados ocidentais. Essa clareza está a incentivar grandes publishers como Square Enix, Sega, Bandai Namco e Konami a impulsionar iniciativas blockchain num mercado de jogos avaliado em dezenas de bilhões.
A vantagem do Japão reside na sua poderosa propriedade intelectual. Franquias como Dragon Ball, Gundam, Final Fantasy e Pokémon já possuem audiências globais dispostas a gastar em colecionáveis. O Web3 acrescenta propriedade digital a ecossistemas onde os jogadores já se sentem confortáveis a comprar itens dentro do jogo. As empresas estão a experimentar plataformas como Symbiogenesis, RPGs blockchain e ativos ligados a NFTs, desenhados em torno de comunidades de fãs existentes, em vez de especulação com tokens.
O interesse institucional também está a crescer. A Animoca Brands Japan arrecadou fundos dedicados para licenciamento de anime e manga, enquanto redes blockchain como a Oasys focam na infraestrutura específica para jogos. Combinado com o elevado gasto em dispositivos móveis e uma cultura construída em torno de colecionáveis, o Japão está a posicionar-se como um líder a longo prazo no gaming Web3 — não através de hype, mas através de regulamentação, forte propriedade intelectual e construção de ecossistema de forma constante.
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