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Tenho reparado que se fala cada vez mais no web 4 nos últimos tempos e, sinceramente, é um conceito que merece a nossa atenção. Ao contrário do web 3.0, que se concentrou na descentralização e na blockchain, o web 4 prevê algo muito mais ambicioso: uma Internet verdadeiramente inteligente, imersiva e autónoma.
O que torna o web 4 interessante é a combinação de várias tecnologias que começam a convergir. Falamos, claro, da blockchain e da descentralização, mas também da IA que se vai tornando omnipresente, do IoT que liga todos os nossos dispositivos e da réalité étendue que cria experiências realmente imersivas. Acrescenta-lhe ainda a informatique quantique e as redes 5G/6G, e começa a perceber-se como estas peças tecnológicas se encaixam.
O que me fascina é que o web 4 não será apenas uma evolução técnica. As aplicações potenciais são enormes: cidades inteligentes que se auto-otimizam, sistemas de saúde personalizados, uma finança descentralizada verdadeiramente segura e uma educação que se adapta em tempo real a cada aprendente. É uma mudança de paradigma.
Naturalmente, os desafios são reais. A escalabilidade, a interoperabilidade entre as diferentes plataformas, a regulação que inevitavelmente vai seguir-se e, sobretudo, a segurança num ambiente tão complexo. E depois há a questão da adoção pública: como convencer as pessoas de que este novo web 4 vale a pena?
Os especialistas acreditam que ainda temos um pouco de tempo antes de vermos realmente o web 4 emergir. A curto prazo, até 2030, veremos sobretudo os avanços do web 3 a continuarem. Mas entre 2030 e 2040, é aí que se deverá ver o verdadeiro desenvolvimento do web 4. E depois de 2040, se tudo correr bem, falar-se-á de uma adoção generalizada.
Resumindo, o web 4 ainda é largamente hipotético, mas é fascinante ver como as tecnologias se posicionam para esta próxima etapa. Dependerá mesmo dos avanços tecnológicos e do que a sociedade realmente vai exigir da Internet nos próximos anos.