Futuros
Aceda a centenas de contratos perpétuos
TradFi
Ouro
Plataforma de ativos tradicionais globais
Opções
Hot
Negoceie Opções Vanilla ao estilo europeu
Conta Unificada
Maximize a eficiência do seu capital
Negociação de demonstração
Introdução à negociação de futuros
Prepare-se para a sua negociação de futuros
Eventos de futuros
Participe em eventos para recompensas
Negociação de demonstração
Utilize fundos virtuais para experimentar uma negociação sem riscos
Lançamento
CandyDrop
Recolher doces para ganhar airdrops
Launchpool
Faça staking rapidamente, ganhe potenciais novos tokens
HODLer Airdrop
Detenha GT e obtenha airdrops maciços de graça
Launchpad
Chegue cedo ao próximo grande projeto de tokens
Pontos Alpha
Negoceie ativos on-chain para airdrops
Pontos de futuros
Ganhe pontos de futuros e receba recompensas de airdrop
Investimento
Simple Earn
Ganhe juros com tokens inativos
Investimento automático
Invista automaticamente de forma regular.
Investimento Duplo
Aproveite a volatilidade do mercado
Soft Staking
Ganhe recompensas com staking flexível
Empréstimo de criptomoedas
0 Fees
Dê em garantia uma criptomoeda para pedir outra emprestada
Centro de empréstimos
Centro de empréstimos integrado
Percebi uma história interessante na comunidade cripto que faz pensar sobre justiça. Lembram-se de Alexey Andryunin? O rapaz da Rússia que criou a Gotbit e se tornou um dos principais players no market making de criptomoedas. Pois bem, ele foi detido, extraditado para os EUA, e agora admite culpa em tribunal.
Toda a história parece extremamente injusta, para ser honesto. A Gotbit movimentou cerca de 450 milhões de dólares. A empresa trabalhou com mais de 2000 projetos — de NFTs a grandes plataformas blockchain. Andryunin fazia o mesmo que os market makers nos mercados tradicionais: criava liquidez, ajudava tokens a ganhar volume, fazia os gráficos parecerem bonitos. Nada de ilegal à primeira vista.
Mas o que chama atenção é o seguinte. As autoridades americanas confiscaram dele 23 milhões de dólares. Agora, ele enfrenta até 24 meses de prisão. E sabem o que acontece paralelamente? O JP Morgan lavou dinheiro para cartéis mexicanos — ninguém foi preso. O Deutsche Bank ajudou Epstein a esconder milhões — os juízes não se apressaram. Mas um rapaz de 26 anos, Alexey Andryunin, que simplesmente fazia market making no mundo cripto? Ele é preso, julgado, encarcerado.
Parece uma caça às bruxas. Por que os EUA perseguem com tanta intensidade os empreendedores de cripto, mas fecham os olhos às fraudes dos gigantes tradicionais? Talvez porque Andryunin não fazia parte do sistema? Porque ele não trabalhava em um daqueles escritórios considerados “grandes demais para serem perseguidos”?
Ele fez algo ilegal? Talvez. Mas todo mundo que movimenta os mercados faz isso. A única diferença é que ele foi pego, e outros, não.