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Recentemente comecei a investigar algo que muitas amigas estão a considerar: congelar óvulos. E, na verdade, o tema é mais acessível do que pensava, embora obviamente tenha o seu custo.
Tudo começou porque vi a Griselda Siciliani em 'Envidiosa' a abordar o tema de forma muito real. A pressão do relógio biológico é coisa séria, mas o interessante é que hoje as mulheres têm uma opção que antes não existia: podem comprar mais tempo literalmente.
Em 2022, uma mulher chamada Olimpia (mudou de nome por privacidade) decidiu preservar os seus óvulos aos 35 anos. Por que essa idade? Porque após os 35 a qualidade dos óvulos começa a diminuir notoriamente. Agora ela tem 9 óvulos congelados e paga $42.000 mensais por manutenção. Mas isso foi há alguns anos, quando o dólar estava diferente.
Hoje, quanto custa congelar óvulos na Argentina ronda os $2500 a $3000 USD segundo a Sociedade Argentina de Medicina Reprodutiva. Isso inclui consultas, ecografias, extração e vitrificação. Depois há que somar outros $2500 USD em medicação. E depois está a manutenção: entre $400 a $500 USD por ano.
O que me surpreendeu é que, a cada ano, são 4000 mulheres que decidem fazer isso na Argentina. Um aumento de 20% a cada 12 meses. E o mais interessante: a idade média baixou. Em 2016, 25% das mulheres que congelavam óvulos por razões sociais tinham 40 anos ou mais. Agora, só 9%. As pessoas estão a animar-se mais jovens.
Falei (metaforicamente) com Sergio Pasqualini, que fundou o Instituto Hálitus em 1987 e é como o pioneiro nesta área. Diz que a idade média de consulta hoje é 33 anos. A sua recomendação é que toda mulher menor de 35 anos deveria estudar a reserva ovárica. Basicamente, é como um seguro de vida reprodutiva.
Laura Kopcow, da Pregna, pareceu-me muito clara: o pico de fertilidade é entre os 18 e os 24 anos. A partir dos 24 começa a diminuir, mas após os 35 é mais notório. Depois dos 40, está em queda livre. Mas aqui vem o mais importante: se congelar óvulos aos 28 e usá-los aos 48, a qualidade é a mesma que quando tinha 28. Os óvulos não vencem em nitrogénio líquido.
Quanto custa congelar óvulos, finalmente, depende de muitas variáveis, mas o intervalo está bastante claro. O que não está tão claro é quantas mulheres sabem que isto existe. Parece que há uma desconexão entre como se sentem aos 40 (jovens, com estilo de vida saudável) e a realidade biológica do relógio reprodutivo.
Um detalhe: na Argentina existe uma lei que obriga as operadoras de saúde a cobrir a segunda fase do tratamento se precisares de fertilizar e implantar óvulos congelados. E, se tiveres diagnóstico oncológico, cobrem o tratamento completo e o primeiro ano de manutenção.
Por isso, sim, é possível comprar mais tempo. A questão não é se se pode, mas se faz sentido para ti neste momento.