Agora os rapazes realmente resolveram a questão do direito de escolher o sobrenome??


Alguns dias atrás, vi um rapaz dizendo que a questão de quem o filho deve ter como sobrenome é fácil de resolver, não precisa discutir. Ele propôs um plano: quem ganhar mais dinheiro, fica com o sobrenome, ambos trabalham, cada um administra seu dinheiro, e no dia do nascimento da criança, quem tiver mais saldo na conta bancária naquele momento, será quem dará o sobrenome. Justo, imparcial e transparente.
Ele disse que assim as meninas também não precisam reclamar de ter que passar pelo parto difícil e ainda ter que seguir o sobrenome do pai, quem tiver capacidade, fica com o sobrenome. Ele também disse que se a garota não concordar com esse plano, isso prova que ela na verdade não aceita a própria justiça.
Depois, a esposa dele deu à luz um menino, ele olhou o saldo e disse: “Fica comigo o sobrenome.” A enfermeira falou: “Se você não entrar logo, seu pai já está no corredor fazendo um PPT sobre o direito de escolher o sobrenome.” Ele ficou surpreso e perguntou: “Meu pai não morreu cedo? Como é que ele ainda está lá fora fumando?” A mãe dele apareceu na porta do quarto de parto e disse: “Quando vocês estavam escolhendo o sobrenome, ele saiu, ainda não tinha terminado de fumar, e disse que o avô quer ficar com o sobrenome.” Ele não respondeu, colocou a certidão de nascimento em branco de cabeça para baixo na janela da incubadora, e desenhou uma pessoa no verso, com a mão esquerda segurada pela mãe, a direita livre — deixando para ele preencher o sobrenome depois.
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