Acabei de perceber algo bastante importante sobre a direção do Ethereum que tem passado despercebido para alguns. Vitalik basicamente afirma que o roteiro centrado em rollups, do qual todos têm estado entusiasmados, precisa de uma revisão geral.



A questão é - ele aponta que a descentralização das L2 está a avançar muito mais lentamente do que o esperado. Como, significativamente mais devagar. Entretanto, a camada base já conseguiu escalar, o que muda completamente a perceção do que deveriam ser as prioridades.

O que é interessante é que Vitalik afirma que a visão original das L2 como "fragmentos de marca" já não se sustenta mais. Em vez disso, ele defende a construção de múltiplas cadeias que se conectam ao Ethereum de diferentes formas, cada uma trazendo algo único para além da simples capacidade de escalabilidade.

Mas aqui é que fica crítico - ele enfatiza que as redes L2 precisam atingir pelo menos a "fase um" de descentralização, caso contrário, tornam-se apenas redes L1 com pontes ligadas. Isso é uma linha bastante rígida de definir.

Entretanto, o trabalho técnico continua a avançar. Ainda estão a trabalhar em coisas como provas ZK-EVM para escalabilidade da camada base, portanto, o lado da engenharia não está a parar, apesar da recalibração estratégica.

O que Vitalik está a afirmar aqui é que o ecossistema do Ethereum precisa evoluir além da narrativa de escalabilidade. A infraestrutura está a tornar-se mais sofisticada, e os objetivos estão a mudar de acordo. Vale a pena prestar atenção se estás a acompanhar para onde o Ethereum realmente se dirige versus onde as pessoas pensavam que ele iria.
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